http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_de_S%C3%A1-Carneiro
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
Passei pela minha vida
Um astro doido a sonhar.
Na ânsia de ultrapassar,
Nem dei pela minha vida... (...)
Desceu-me n'alma o crepúsculo;
Eu fui alguém que passou.
Serei, mas já não me sou;
Não vivo, durmo o crepúsculo.
«Dispersão»
http://cvc.instituto-camoes.pt/literatura/sacarneiro.htm

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